Amar o Amor com amoras
Amar o Amor com senhoras
Amar o Amor com outroras horas
Amar o Amor com vocês
Amar o Amor com o chinês, inglês, português
Amar o Amor com um, dois, três
Amar o Amor com o meu Deus
Amar o Amor com adeus
Amar o Amor com todos os eus
Amar o Amor entre nós
Mario Sergio
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Minha Dora
Dora adora se achegar de mim
Vem quietinha, leve, uma brisa, e sussurra,
Fala aos meus ouvidos coisas que eu preferia não ouvir,
Transtorna a minha alma com arrepios indescritíveis
Dora adora me importunar
Fica dias, meses sem dar sinal de vida,
Mas quando acha por bem aparecer,
Vem como um furacão num dia tranquilo de verão
Dora simplesmente me adora
Não sei qual a razão, motivação, é que é uma moça inexplicável
Das que cruzam, cruzaram o meu caminho,
É a menos desejada e mesmo assim a que mais me ensina, ensinou
Sem Dora, o que seria de mim? Quem eu seria sem ela? Não seria nada
Me moldou, e me molda, e moldará um pouquinho ainda,
Até que eu diga adeus e Dora vá pra não voltar
Ou quase isso...
Mario Sergio
Vem quietinha, leve, uma brisa, e sussurra,
Fala aos meus ouvidos coisas que eu preferia não ouvir,
Transtorna a minha alma com arrepios indescritíveis
Dora adora me importunar
Fica dias, meses sem dar sinal de vida,
Mas quando acha por bem aparecer,
Vem como um furacão num dia tranquilo de verão
Dora simplesmente me adora
Não sei qual a razão, motivação, é que é uma moça inexplicável
Das que cruzam, cruzaram o meu caminho,
É a menos desejada e mesmo assim a que mais me ensina, ensinou
Sem Dora, o que seria de mim? Quem eu seria sem ela? Não seria nada
Me moldou, e me molda, e moldará um pouquinho ainda,
Até que eu diga adeus e Dora vá pra não voltar
Ou quase isso...
Mario Sergio
Procura
Viajei mundos,
Perdi fundos,
Mergulhei em pântanos imundos
Só para vê-la despir-se,
Sorrir-se diante de mim
Imaginei que compensaria todo meu sacrifício e dor
se tudo fosse realmente assim
Mas agora, se é má ou boa hora, essa questão não entendo,
Que sua sublime presença, atrativa, sempre cativa...
Está a me desafiar, a me fazer querer saboreá-la,
Perco-me a imaginar suas reações ao que pretendo
Será que aceita um chá de cidreira? Talvez um cheiro na orelha...
Não, não desejo que core, desejo que adore
a perspectiva de estar envolvida por meus braços cálidos,
a sentir meu respirar entrecortado em seu formoso e palpitante regaço
O que me dirá? Fará valer minha procura ou negar-se-á a me tornar feliz?
Mario Sergio
Perdi fundos,
Mergulhei em pântanos imundos
Só para vê-la despir-se,
Sorrir-se diante de mim
Imaginei que compensaria todo meu sacrifício e dor
se tudo fosse realmente assim
Mas agora, se é má ou boa hora, essa questão não entendo,
Que sua sublime presença, atrativa, sempre cativa...
Está a me desafiar, a me fazer querer saboreá-la,
Perco-me a imaginar suas reações ao que pretendo
Será que aceita um chá de cidreira? Talvez um cheiro na orelha...
Não, não desejo que core, desejo que adore
a perspectiva de estar envolvida por meus braços cálidos,
a sentir meu respirar entrecortado em seu formoso e palpitante regaço
O que me dirá? Fará valer minha procura ou negar-se-á a me tornar feliz?
Mario Sergio
Distração
Sonhei,
Pedi,
Corri,
Suei,
Chorei,
Sangrei
E ganhei
Acordei,
Abri os olhos e os ouvidos,
Vi e ouvi,
Analisei
E descobri que tudo estava bem aqui
Mario Sergio
Pedi,
Corri,
Suei,
Chorei,
Sangrei
E ganhei
Acordei,
Abri os olhos e os ouvidos,
Vi e ouvi,
Analisei
E descobri que tudo estava bem aqui
Mario Sergio
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Costumava... Podia...
Eu costumava ter o mundo sob os pés
Eu podia antever os movimentos do tabuleiro com perfeição
Eu costumava dormir e achar que podia voar, alcançar o paraíso
Eu podia cruzar os espaços com a velocidade dos cometas
Eu costumava crer em homens e mulheres; eles mentiam sim
Eu podia tapar os olhos e os ouvidos e ainda assim ver e ouvir, nunca pude fugir
Eu costumava cuspir na sua cruz, a desculpa era lustrar mais a madeira
Eu podia fazer tudo isso sem remorso ou arrependimento. Podia. Não posso mais
Mario Sergio
Eu podia antever os movimentos do tabuleiro com perfeição
Eu costumava dormir e achar que podia voar, alcançar o paraíso
Eu podia cruzar os espaços com a velocidade dos cometas
Eu costumava crer em homens e mulheres; eles mentiam sim
Eu podia tapar os olhos e os ouvidos e ainda assim ver e ouvir, nunca pude fugir
Eu costumava cuspir na sua cruz, a desculpa era lustrar mais a madeira
Eu podia fazer tudo isso sem remorso ou arrependimento. Podia. Não posso mais
Mario Sergio
domingo, 19 de agosto de 2012
Vida
Indecifrável enigma,
Esfinge que devora quem ousa questioná-la,
Rainha dos segredos de ouro,
Diz-me o que de mim esperas
Sou apenas um caminhante perdido no deserto
Não tenho água, não tenho sombra, não tenho nada
Qual oferta poderia eu entregar a tua soberana presença?
Mario Sergio
Esfinge que devora quem ousa questioná-la,
Rainha dos segredos de ouro,
Diz-me o que de mim esperas
Sou apenas um caminhante perdido no deserto
Não tenho água, não tenho sombra, não tenho nada
Qual oferta poderia eu entregar a tua soberana presença?
Mario Sergio
Eu é que não sei
Rebole, rebole, mas cuidado:
Nunca se sabe do dia seguinte
Acorda triste e não sabe por quê?
Vende a alma e ainda quer sorrir?
Troca algumas carícias por algumas moedas
Trinta moedas, como Judas
Mas sem trair o Cristo
Ou será que trai?
Sei lá
Opinião não dou
Vá falar com um padre, pastor, rabino, doutor
Sei lá
Mario Sergio
Nunca se sabe do dia seguinte
Acorda triste e não sabe por quê?
Vende a alma e ainda quer sorrir?
Troca algumas carícias por algumas moedas
Trinta moedas, como Judas
Mas sem trair o Cristo
Ou será que trai?
Sei lá
Opinião não dou
Vá falar com um padre, pastor, rabino, doutor
Sei lá
Mario Sergio
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